sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Sedento Pela Presença de Deus

26 de agostoSexta


Sedento Pela Presença de Deus


Todo o meu ser anseia por Ti, numa terra seca, exausta e sem água. Salmo 63:1


Muitos cristãos exemplares interpretaram uma enfermidade ou um revés na vida como se fosse uma “intimação” da parte de Deus para uma consagração maior e uma lembrança de sua necessidade dEle.


O pregador inglês W. E. Sangster foi acometido de uma enfermidade que o levaria progressivamente a uma atrofia muscular, começando com a garganta, o que o faria perder a voz. Algumas semanas antes de sua morte, por ocasião da Páscoa, ele escreveu para a filha: “É terrível despertar na manhã da Páscoa e não ter voz para gritar: ‘Ele ressuscitou!’ Mas seria ainda mais terrível ter voz e não querer gritar.”


Sangster perdeu a voz e Davi enfrentou fome e sede no deserto. O Salmo 63 é para aqueles que estão passando pelo deserto. Preste atenção ao título: “Salmo de Davi, quando ele estava no deserto de Judá”. Ele confessa que estava sedento, cansado e vazio. Passava por uma experiência no deserto.


Passamos a maior parte do tempo transitando em bonitos campos e ambientes agradáveis, e enfrentamos poucos desertos. O deserto tem muitas formas e configurações. É um lugar de seca e destruição. É um lugar de ansiedade e do desconhecido.


Não é querer dar boas-vindas ao sofrimento, como alguns fazem, mas muitas vezes a frustração, a ansiedade e o sofrimento se tornam experiências que atuam como elementos que nos aproximam de Deus. Às vezes, são experiências passageiras. Outras duram mais tempo e temos que nos apegar a Deus com firmeza entregando o problema a Ele.


Todos nós, como seres humanos, temos anelos, sonhos, fome e sede de algo. Por que não mencionar essas coisas para Deus, sejam grandes ou pequenas, muito importantes ou só de alguma importância? Pior seria diante de tudo não sentir a necessidade de Deus, e então, depois de Deus atender, não surgir nenhum desejo de louvá-Lo e agradecer-Lhe.


Depois da experiência do deserto, Davi foi ao templo: “Aqui estou no lugar de adoração [...] bebendo da Tua força e da Tua glória. Estou vivendo enfim em Teu fiel amor. Meus lábios transbordam de louvor. Cada vez que respiro eu Te louvo” (Sl 63:2, 3, The Message)
Aqui está uma forma bonita de orar: levar a Deus seus desejos e lembrá-Lo do quanto necessita dEle.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Árvore Sem Frutos


Vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-Se dela, mas nada encontrou, a não ser folhas. Mateus 21:19


Quando alguma coisa não funciona, o que você faz? Conserta, vende, joga fora, xinga? Uma árvore que não dá fruto está cumprindo seu propósito? Está fazendo muita ou pouca sombra? Está apenas ocupando espaço? E qual é o destino da árvore que não dá fruto? Cortar, podar ou renovar?


Jesus estava voltando para a Vila de Betânia bem cedo e ainda não tinha tomado o desjejum. No meio do caminho, uma figueira Lhe chamou a atenção. A folhagem densa levantou expectativas. Jesus Se antecipou pensando num gostoso desjejum, com figos adocicados típicos do Oriente. Uma árvore com tantas folhas assim também devia estar cheia de frutos, mas... nada havia!


Tudo aquilo que viam eram apenas folhas vistosas. Havia a promessa de frutos, mas era um símbolo de contraste entre profissão e prática, entre pretensão e realidade, aparência e substância. Quando é que a experiência religiosa tem mais forma do que conteúdo e mais folhas do que frutos?


O pastor Malcolm Allen salientava a importância de dar aos jovens bom alimento espiritual. Chamava a atenção da liderança jovem para os eventos do departamento, atrativos e cheios de luzes, mas sem elementos espirituais. Dizia ele: “Convidamos os jovens e desbravadores para os nossos eventos, jogamos os flocos de milho nutritivos fora e oferecemos para eles apenas a caixa colorida.” Tornou-se um grande desafio fazer com que os eventos jovens se tornassem uma fonte de inspiração como são hoje.


Quando as pessoas olham para nossa experiência cristã, veem folhas ou frutos? Como você se avalia em relação ao fruto do Espírito? Há evidências em nossa vida de que somos cristãos nascidos de novo? Ao Jesus examinar nossa vida hoje, que frutos Ele vai encontrar?


O segredo para produzir frutos é estar ligados a Cristo. Não somos nós mesmos que os produzimos, mas nossa ligação com Ele vai tornar isso possível. “Permaneçam em Mim, e Eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em Mim. Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em Mim e Eu nele, esse dará muito fruto; pois sem Mim vocês não podem fazer coisa alguma” (Jo 15:4, 5).

sábado, 13 de agosto de 2011

Preparando os Dons para colheita (Mt 13:1-9;15-30)

INTRODUÇÃO

Para alcançarmos o que é a colheita de Jesus é necessário primeiro que entendamos a nossa composição para termos o discernimento correto dos terrenos e sementes de que Jesus nos fala.
Nós somos compostos por corpo, alma e espírito.
Quando Deus nos criou, Ele mesmo colocou da sua essência em nós, do seu Espírito Santo (Gn 2:7). Então o nosso espírito tem parte da essência divina.
No jardim do Éden, antes do pecado entrar, Adão e Eva estavam nus e não se envergonhavam (Gn 2:25). Quando o pecado entrou, passaram a se envergonhar da sua nudez (Gn 3:10). Isso porque, ao pecarem, o Espírito Santo, aquela essência divina, que não convive com o pecado, se retira deles, ou seja, as vestes espirituais (Mc 9:3) que tinham foram removidas quando Espírito Santo se retira.
Assim, ficou o corpo, a alma e o espírito sem a essência divina. O espírito sem a essência divina fica praticamente em coma. O corpo então deixa de ser glorificado para ser o corpo do pecado. Nesse corpo do pecado quem reina é a alma. E é esse corpo do pecado que liga o homem ao sistema mundano (1 Jo 5:19).
Quando o homem recebe Jesus Cristo, o corpo do pecado é crucificado com Jesus. O espírito volta a ter fôlego, a experimentar a essência divina do Espírito Santo, porém está fraco e em recuperação. Nesse período de pecado, a alma foi muito agredida, marcada, ferida. Essas feridas na alma passam a funcionar então como aberturas que dão acesso ao seu interior, são como portais de acesso do inimigo às várias dimensões da alma: vontades, sentimentos, emoções. São portais dimensionais. O cenário então é este: o corpo do pecado está crucificado, a alma está vulnerável aos ataque do imigo e o espírito está fraco e em recuperação.
Como o inimigo não pode tocar o nosso espírito pois ele é feito da essência divina, então, ele, através daqueles portais dimensionais que foram abertos na alma durante o período em vivíamos no pecado, cutuca a alma para que ela subjugue o espírito enfraquecido trazendo surdez, cegueira e outras incapacitações espirituais ao nosso espírito. Dessa forma, toda semeadura feita na alma vai se perder.

INVESTIGANDO OS TERRENOS

Os dons precisam ser ativados pois sem o Espírito Santo não há colheita.

1) SEMEADOS A BEIRA DO CAMINHO (Mt 13:4)

Aqueles que estão a beira do caminho (Jesus – Jo 14:6), são aqueles que possuem uma alma indefinida a respeito de seguir ou não a Jesus, por isso estão a beira do caminho.
Para entrar no caminho é necessário decisão, definição.
As conseqüências da semeadura para esses, Jesus explica em Mt 13:19. No grego, o termo que hoje descrevemos como “aves” significa animal alado, que voa. Comer, no grego, é um termo que remete a forma como o dragão come. Ou seja, como disse Jesus, as sementes (a Palavra de Deus) vistas do alto pelo animal alado que vem e a devora como um dragão pois o terreno (a alma) em que foi semeada era a beira do caminho (sem decisão, sem definição).

2) TERRENO ROCHOSO (Mt 13:5)

As feridas na alma levam ao endurecimento do coração. O endurecimento no coração leva a falta de perdão (pedras). Essas pessoas são aquelas que vão a igreja, ouvem a palavra, choram mas com o tempo, a falta de perdão (zonas de endurecimento) não permite o enraizamento das sementes (a Palavra de Deus).
Biblicamente, pedras são sinônimo de acusação (Jo 8:1-11). Toda vez que vou ao Senhor não recebo acusação (pedra), recebo ensinamento, vida (pão) (Mt 7:9).
A decisão de arrancar as pedras é minha!!!
As conseqüências da semeadura para esses, Jesus explica em Mt 13:21:

2.1) Angústia:

O termo “angústia” no grego significa o ato de colocar a oliva na prensa. Caráter só se resolve na prensa.
Somos tipos individuais de videiras e oliveiras (Jo 15:5). A videira e a oliveira produzem frutos cujo o produto final só é conseguido através do processo da prensa.
Nesse processo, somente as olivas que não caem no chão é que servem para produção do azeite.
Na produção do azeite pela prensa, a mesma oliva é prensada 3 vezes:
a) Primeira prensa: o azeite produzido é amargo e é utilizado para alimentar as lamparinas, produzir luz (para que eu seja luz na vida do próximo);
b) Segunda prensa: o azeite produzido agora sim é alimento (para que eu o meu testemunho possa alimentar a outros com o meu testemunho);
c) Terceira prensa: agora o azeite tem utilidade como remédio (para que eu seja usado para curar outros)

2.2) Perseguição:

Faço tudo certo e mesmo assim parece que nada serve.
Por causa da essência da palavra, sou perseguido.

2.3) Escandaliza:

No grego, a palavra “escandalon” faz referência a parte de uma armadilha que é aquela em que o pé é laçado, também é a aquela parte curva de um anzol.
Aquele que é um terreno pedregoso, em que a Palavra (semente) não pode criar raízes, cheio de pedras (falta de perdão) acaba caindo na armadilha (escandalizar) do inimigo e abandona o Evangelho.

3) TERRENO ESPINHOSO (Mt 13:7)

Quando a alma está muito ligada ao mundo.
A alma que tem prazeres nas coisas do mundo.
A alma que se fere facilmente.
As conseqüências da semeadura para esses, Jesus explica em Mt 13:21: os espinhos (valores do mundo) que estão em mim me machucam a medida que a Palavra (semente) cresce dentro de mim.

4) TERRENO BOM (Mt 13:8)

Terra boa é a terra que é arável, que se deixa ser tratada para o plantio. É a terra que permite que o arado lhe “arranhe” (ato de arar) para que o sulcos sejam abertos para acomodar a semente.
É necessário se lembrar da parte do campo que esqueci na minha vida e o mato e as pedras voltaram pois por me esquecer não cuidei mais. É necessário retomar os cuidados. Identificar coisas que eu fazia para o Senhor e deixei de fazer, para que esse campo se torne produtivo novamente e dê frutos de 100, 60 e 30 por 1.
O Senhor quer que tenhamos raízes Nele.

5) JOIO (Mt 13:25-40)

Boa semente foi plantada na minha alma, porém dormi.
Não posso dormir, tenho que viajar pois o inimigo quer plantar o joio no meio da minha colheita.
Quando jovens, o joio é igualzinho ao trigo, por isso não pode se arrancar o joio nessa fase pois pode acontecer de arrancar também o trigo.
Quando maduros, o joio não se dobra e trigo sim.
A semente do joio é negra, leve (sem essência) e sem nutrição. Seu fruto é trevas e não alimenta como trigo.



Muitos só conhecem Jesus como “caminho” e não como “verdade”.
Durante o próximos 30 dias devo pedir ao Senhor que revele as coisas que já havia abandonado e voltei a fazer. Devo então me arrepender dessas coisas que voltei a fazer.
Salomão com toda sua sabedoria, no fim de sua vida, prestou culto a Astarote (demônio de toda sorte de perversão sexual) (1 Rs 11:5). Assim trouxe abominação para o arraial de Israel, por causa das riquezas adquiridas.
O Senhor quer nos acordar e a forma é a Presença!!!!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Ter um Coração Sedento

Ter um Coração Sedento


Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a Ti, Senhor, minha Rocha e meu Resgatador! Salmo 19:14


O autor Mortimer Adler diz que, quando lemos uma carta de amor, “lemos cada palavra três vezes; lemos nas entrelinhas, pesamos cada frase, percebemos a cor de cada palavra e procuramos um significado até mesmo na pontuação”. É por isso que depois de algum tempo os namorados já sabem a carta de memória. O importante não é a carta em si, mas quem a escreveu. É isso que dá significado à carta. É aquela carta que você abre primeiro, vai ler com interesse e a separa de todas as outras.


Que lugar a Bíblia ocupa em nossas afeições e em nosso tempo? Quando você lê a Bíblia, abre o coração para o que Deus está revelando? Como a vida devocional se enquadra em sua agenda? Encontrar tempo para um momento devocional com qualidade é, hoje, grande desafio para todos, e muitas vezes nos sentimos frustrados por não dedicar a quantidade ou a qualidade de tempo necessário para isso. Você precisa tornar esse momento uma “ilha” no meio de tudo o que está fazendo e pedir que Deus lhe fale ao coração. Esse momento requer mais do que apenas desligar o celular e fechar a porta do escritório ou do quarto.


Parar e se sentar é um grande desafio. Não é um momento de inatividade. É um momento para ampliar sua sensibilidade espiritual e restaurar a alma. Necessitamos procurar a Deus com interesse; aproximar-nos dEle com fome e sede. Peça-Lhe ouvidos para ouvir e percepção para sentir a maneira pela qual Ele está tentando Se comunicar com você.


A quietude é muito importante para perceber com mais nitidez a voz de Deus. Deus não escolheu Se revelar a Elias no vento forte, no terremoto nem no fogo. A agitação pela qual o profeta estava passando pedia apenas uma voz mansa e suave. Deus falou a Elias por meio do sussurro.


A voz de Deus se torna mais clara num ambiente calmo e numa atmosfera de silêncio. Para ouvir um sussurro ou uma voz mansa e suave você não pode estar de um lado da sala e a outra pessoa no lado oposto. Tem que haver proximidade.


“Quando as Tuas palavras foram encontradas, eu as comi; elas são a minha alegria e o meu júbilo, pois pertenço a Ti” (Jr 15:16).

Ponto Negro

"Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam." (1 Coríntios 2:9)

Ponto Negro

Certo dia, um professor entrou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago. Todos se sentiram assustados com o teste que viria. O professor entregou, então, a folha com a prova virada para baixo, como era de costume... Quando puderam ver, para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro no meio da folha. O professor, analisando a expressão surpresa de todos, disse:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram a difícil tarefa. Terminado o tempo, o professor recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações, em voz alta. Todas, sem exceção, definiram o ponto negro tentando dar explicações por sua presença no centro da folha. Após ler todas, a sala em silêncio, ele disse:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de aprendizado para todos nós. Ninguém falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto
negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar, aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.

A vida é um presente de DEUS dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro. O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um familiar, a decepção com um amigo. Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente. Pense nisso!

Tire os olhos dos pontos negros da sua vida! Aproveite cada bênção, cada momento que Deus lhe dá! Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer! Tenha essa certeza, tranquilize-se e seja feliz!!!

(Autor Desconhecido)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Nova Reunião Cristã

Começamos uma nova reunião às quintas-feiras das 11h30 às 12h00, no estacionamento atrás do Bloco B, no prédio do SIA/Oi.

Se você não pode participar das reuniões das terças-feiras, agora tem uma opção!

Venha louvar a Deus conosco!

Definição da Declaração de Propósitos das Reuniões Cristãs

Paz seja com todos:

Conforme a reunião em 02.08.2011, convido todos os membros a participarem da elaboração da Declaração de Propósitos das Reuniões Cristãs.

Para saber mais sobre o teor e importância dessa declaração, por favor acessem minha pasta compartilhada: \\Esbsa149548ç008\rc, onde encontrarão uma pasta chamada Uma Igreja com Propósitos. Escutem os MP3 e acompanhem a apostila do aluno. Esse é um material que o Pastor Rick Warren (o autor do livro "Uma Vida com Propósitos"), ministra para congregações encontrarem o foco e crescerem de forma saudável. O material é gratuito.

Como primeira tarefa, devemos descobrir qual o propósito da Igreja. Para isso, leiam as seguintes passagens:

Mateus 5.13-16
Mateus 9:35
Mateus 11.28-30
Mateus 16.15-19
Mateus 18.19-20
Mateus 22.36-40
Mateus 24.14
Mateus 25.34-40
Mateus 28.18-20
Marcos 10.43-45
Lucas 4.18-19
Lucas 4.43-44
João 4.23
João 10.14-18
João 13.34-35
João 20.21
Atos 1.8
Atos 2.41-47
Atos 4.32-35
Atos 5.42
Atos 6.1-7
Rm. 12.1-8
Rm. 15.1-7
1 Co. 12.12-31
2 Co. 5.17-6.1
Gl. 5.13-15
Gl.6.1-2 1
Ef. 1.22-23
Ef. 2.19-22
Ef. 3.6, 14-21
Ef. 4.11-16
Ef. 5.23-24
Cl. 1.24
Cl. 3.15-16
1 Ts. 1.3
1 Ts. 5.11
Hb. 10.24-25
Hb. 13.7,17
1 Pe. 2.9-10
1 Jo. 1.5-7
Jo. 4.7-21

Após termos lido as passagens, vamos comentar sobre o que cada um acha quais são os propósitos das Reuniões Cristãs.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011